Algo inédito entre paredes velhas. Rostos amargurados, sonhos desfeitos e um ciclo lunar a espreitar as escolhas e erros de gente feita, que já aprendeu a andar, mas não sabe como caminhar.
Coesão, assiduidade e platelmintos. Com certeza eles não aprenderam isso.
Resta apenas a vida, convidativa, porém perigosa. As portas estão abertas e as janelas escancaradas, basta seguir em frente e caminhar sob a chuva ácida da primavera. Seus respingos são suficientes para corroer as roupas, e, quando completa, o interior e as certezas. Tudo ou nada. É a liberdade!
Onde estão as chances de errar? Os dados estão rolando, os resultados são previsíveis: são viciados, são meus. Quando eles pararem, terei que ir, enfrentar o ácido, o gosto azedo e a sensação corrosiva. E, na química da minha essência, resta a incerteza. As decisões se fazem cobradas, os minutos pontuam as horas, e só vai me restar andar e transpor as portas. Meu mundo ácido.
Eu tenho planos para o futuro, só não me pergunte quais.
"Eu tenho planos para o futuro, só não me perguntem quais"
ResponderExcluirSimplesmente me descreve.
Incrível como você tem a capacidade de me fazer completamente compreendida e de me mostrar pelo menos um lugar no mundo, em que eu não estou completamente fora de órbita. Tem dias que só a sua amizade faz eu achar que ainda há algum sentindo em continuar andando.
♥
"Tem dias que só a sua amizade faz eu achar que ainda há lagum sentido em continuar andando."
ResponderExcluirFaço minhas as suas palavras, Má. Sua amizade me dá uma força incrível pra transpor qualquer barreira.
Eu tenho dois refúgios: o meu blog e o seu, porque seus textos falam sobre um pouco como me sinto. E é uma das partes especiais do meu dia me encantar com palavras bonitas e repletas de significado!
(L)
Então fazemos nossas as nossas palavras, porque eu poderia dizer exatamente o mesmo sobre o seu blog! Me encontro tanto nele!
ResponderExcluirVocê é meu refúgio, o lugar seguro onde eu sei que vão me entender.
Amo. (L)